Seis anos depois do nascimento oficial, os ‘Crimes do dR. estranhoamor’ são finalmente revelados. Um disco que, dizem os próprios, revela uma enorme paixão pela palavra e o amor pela arte.
Enquanto Clay, foram reconhecidos como uma das revelações nacionais do início de século. Depois, alguns dos músicos desta banda que via em Jeff Buckley a sua grande referência pediram a um amigo (Hugo Costa, mais tarde guitarrista) que escrevesse algumas letras em português e tudo fez tanto sentido que o caminho estava encontrado. “As nossas grandes referências são anglo-saxónicas mas exprimimo-nos e pensamos em português”, defende o teclista Borges.
Entre 2003 e 2006, trataram de compor a grande maioria dos temas que agora apresentam no álbum de estreia Os Crimes do dr. Estranho Amor. Embora defendam que “uma canção nunca está concluída”, o hiato de três anos entre a definição de uma primeira etapa do processo criativo e a edição do disco deve-se a dois factores: “nunca sentimos pressão para editar o disco porque todos tocamos com outras bandas”, explica o baterista Tutxi (antigo músico dos Monsterpiece e Entre Aspas). “Queríamos que o disco fosse exactamente aquilo que queríamos”, acrescenta. Por outro lado, avanços e recuos na relação com editoras – por exemplo, a Sony Music – e a avaliação da melhor forma de levar a música ao público adiaram a revelação dos primeiros Crimes do dr. Estranho Amor. Mas o sonho continuou sempre presente.
Curiosamente, a primeira colecção de canções do grupo de Almada chega num período em que a língua portuguesa volta a estar na ordem do dia. “Tem havido uma grande mudança. Até há poucos anos, sentia-se um grande preconceito. As pessoas não assumiam os sentimentos”, diz o teclista Borges (que tal como o baterista Tutxi e o baixista Cebola tocam, actualmente, com Rita Redshoes).
A referência ao filme homónimo de Stanley Kubrick nasceu com uma letra e “acabou por fazer sentido pela relação com o cinema e pelas diversas leituras que o nome podeassumir”. A banda actua hoje no Maus Hálitos (Porto).

Enquanto Clay, foram reconhecidos como uma das revelações nacionais do início de século. Depois, alguns dos músicos desta banda que via em Jeff Buckley a sua grande referência pediram a um amigo (Hugo Costa, mais tarde guitarrista) que escrevesse algumas letras em português e tudo fez tanto sentido que o caminho estava encontrado. “As nossas grandes referências são anglo-saxónicas mas exprimimo-nos e pensamos em português”, defende o teclista Borges.
Entre 2003 e 2006, trataram de compor a grande maioria dos temas que agora apresentam no álbum de estreia Os Crimes do dr. Estranho Amor. Embora defendam que “uma canção nunca está concluída”, o hiato de três anos entre a definição de uma primeira etapa do processo criativo e a edição do disco deve-se a dois factores: “nunca sentimos pressão para editar o disco porque todos tocamos com outras bandas”, explica o baterista Tutxi (antigo músico dos Monsterpiece e Entre Aspas). “Queríamos que o disco fosse exactamente aquilo que queríamos”, acrescenta. Por outro lado, avanços e recuos na relação com editoras – por exemplo, a Sony Music – e a avaliação da melhor forma de levar a música ao público adiaram a revelação dos primeiros Crimes do dr. Estranho Amor. Mas o sonho continuou sempre presente.
Curiosamente, a primeira colecção de canções do grupo de Almada chega num período em que a língua portuguesa volta a estar na ordem do dia. “Tem havido uma grande mudança. Até há poucos anos, sentia-se um grande preconceito. As pessoas não assumiam os sentimentos”, diz o teclista Borges (que tal como o baterista Tutxi e o baixista Cebola tocam, actualmente, com Rita Redshoes).
A referência ao filme homónimo de Stanley Kubrick nasceu com uma letra e “acabou por fazer sentido pela relação com o cinema e pelas diversas leituras que o nome podeassumir”. A banda actua hoje no Maus Hálitos (Porto).
in DN