U2 falam com astronautas

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u2Os irlandeses U2 tornaram-se terça-feira a primeira banda do Mundo a falar em directo para o Espaço. Aconteceu em Barcelona, no decurso do concerto inaugural da nova digressão mundial da banda.

Num ‘space chat’ por satélite, Bono conversou com os astronautas da Estação Espacial Internacional, naquele que foi um dos grandes momentos do concerto da ‘3600 Tour’. Perante as 90 mil pessoas que lotaram o Camp Nou, os U2 estrearam ainda um palco inovador, que permitiu à banda estar sempre rodeada de fãs.

Do alinhamento do concerto, destaque ainda para uma homenagem a Michael Jackson (‘Angel of Harlem’/‘Man in the Mirror’).

L.F.S. com agências
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S. João’ 09: GNR actuam na noite mais longa do Porto

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rui-reininho

Os GNR tocam, esta terça-feira, pela primeira vez, na Casa da Música, no Porto. A banda de rock portuguesa, constituída por Rui Reininho, Toli César Machado e Jorge Romão, estará no palco ao ar livre, depois do fogo de artifício da meia-noite. A entrada é livre.

Rui Reininho, vocalista do grupo, admite que a noite de S. João “é diferente. Lembro-me que há alguns anos, quando comecei a tocar com estes senhores, era uma noite em que era um pouco improvável haver espectáculos. As coisas mudaram muito”.

Mas, na essência, a noite mais longa da cidade é “um bocado nostálgica”, opina Reininho e acrescenta que “o S. João é muito especial porque é uma festa de bairro, da cidade mesmo”.

Em termos de repertório escolhido para este concerto, os GNR admitem que é muito difícil ser surpreendente. “As pessoas são muito avessas às surpresas ao contrário do que possam parecer. O público é um bocado mais tradicionalista”, conta Rui Reininho. Por essa razão, neste espectáculo “vamos percorrer desde o princípio até agora as canções mais importantes. E a graça é um pouco essa: tirar prazer do que se fez”, acrescenta o vocalista.

Quanto a novos discos, Toli admite que já existe um projecto, “mas para já ainda é segredo”.

A primeira parte dos festejos de S. João na Casa da Música está entregue à actuação da Orquestra Nacional do Porto, às 22 horas.

in JN

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Amália Hoje na estrada

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Projecto apresenta hoje o calendário de espectáculos

O Projecto Amália Hoje, que reinventa os fados da diva à luz da pop, vai fazer-se à estrada para alguns espectáculos, no final do Verão. Os concertos, em número limitado, devido às obrigações dos músicos que integram o projecto, serão apresentados hoje em Lisboa.

O projecto Amália Hoje integra Nuno Gonçalves e Sónia Tavares, The Gift, Fernando Ribeiro, dos Moonspell, e Paulo Praça, ex-Plaza e actualmente a solo. O disco ‘Amália Hoje’ foi lançado em finais de Abril e desde então lidera o Top nacional, tendo alcançado já a marca de Disco de Platina, por vendas superiores a 20 mil unidades.

L.F.S.
in CM

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Mariza canta no Sudoeste

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Mais de 30 artistas portugueses no maior festival de Portugal

Mariza vai cantar no Festival Sudoeste TMN, a realizar na Zambujeira do Mar de 5 a 9 de Agosto. A fadista encerra o palco principal no dia 7, depois dos Madcon.

O contigente nacional no Sudoeste inclui mais de 30 artistas. Pelo palco TMN vão passar ainda Buraka Som Sistema (dia 6), Blind Zero (8) e Gomo (9). No palco Planeta Sudoeste/Jogos Santa Casa actuarão Legendary Tigerman (7), Dr1ve com Lúcia Moniz e John is Gone (8), Caravan Palace, Virgem Suta, Anaquin e Bunnyranch (9).

Innastereo, Freddy Locks, Marrokan e Richie Campell estão garantidos no palco Positive Vibes. No Espaço Groove Box actuarão vários DJ nacionais.

L.F.S.
in CM

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No princípio era a palavra, depois o amor

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Seis anos depois do nascimento oficial, os ‘Crimes do dR. estranhoamor’ são finalmente revelados. Um disco que, dizem os próprios, revela uma enorme paixão pela palavra e o amor pela arte.

Enquanto Clay, foram reconhecidos como uma das revelações nacionais do início de século. Depois, alguns dos músicos desta banda que via em Jeff Buckley a sua grande referência pediram a um amigo (Hugo Costa, mais tarde guitarrista) que escrevesse algumas letras em português e tudo fez tanto sentido que o caminho estava encontrado. “As nossas grandes referências são anglo-saxónicas mas exprimimo-nos e pensamos em português”, defende o teclista Borges.
Entre 2003 e 2006, trataram de compor a grande maioria dos temas que agora apresentam no álbum de estreia Os Crimes do dr. Estranho Amor. Embora defendam que “uma canção nunca está concluída”, o hiato de três anos entre a definição de uma primeira etapa do processo criativo e a edição do disco deve-se a dois factores: “nunca sentimos pressão para editar o disco porque todos tocamos com outras bandas”, explica o baterista Tutxi (antigo músico dos Monsterpiece e Entre Aspas). “Queríamos que o disco fosse exactamente aquilo que queríamos”, acrescenta. Por outro lado, avanços e recuos na relação com editoras – por exemplo, a Sony Music – e a avaliação da melhor forma de levar a música ao público adiaram a revelação dos primeiros Crimes do dr. Estranho Amor. Mas o sonho continuou sempre presente.
Curiosamente, a primeira colecção de canções do grupo de Almada chega num período em que a língua portuguesa volta a estar na ordem do dia. “Tem havido uma grande mudança. Até há poucos anos, sentia-se um grande preconceito. As pessoas não assumiam os sentimentos”, diz o teclista Borges (que tal como o baterista Tutxi e o baixista Cebola tocam, actualmente, com Rita Redshoes).
A referência ao filme homónimo de Stanley Kubrick nasceu com uma letra e “acabou por fazer sentido pela relação com o cinema e pelas diversas leituras que o nome podeassumir”. A banda actua hoje no Maus Hálitos (Porto).

Enquanto Clay, foram reconhecidos como uma das revelações nacionais do início de século. Depois, alguns dos músicos desta banda que via em Jeff Buckley a sua grande referência pediram a um amigo (Hugo Costa, mais tarde guitarrista) que escrevesse algumas letras em português e tudo fez tanto sentido que o caminho estava encontrado. “As nossas grandes referências são anglo-saxónicas mas exprimimo-nos e pensamos em português”, defende o teclista Borges.

Entre 2003 e 2006, trataram de compor a grande maioria dos temas que agora apresentam no álbum de estreia Os Crimes do dr. Estranho Amor. Embora defendam que “uma canção nunca está concluída”, o hiato de três anos entre a definição de uma primeira etapa do processo criativo e a edição do disco deve-se a dois factores: “nunca sentimos pressão para editar o disco porque todos tocamos com outras bandas”, explica o baterista Tutxi (antigo músico dos Monsterpiece e Entre Aspas). “Queríamos que o disco fosse exactamente aquilo que queríamos”, acrescenta. Por outro lado, avanços e recuos na relação com editoras – por exemplo, a Sony Music – e a avaliação da melhor forma de levar a música ao público adiaram a revelação dos primeiros Crimes do dr. Estranho Amor. Mas o sonho continuou sempre presente.

Curiosamente, a primeira colecção de canções do grupo de Almada chega num período em que a língua portuguesa volta a estar na ordem do dia. “Tem havido uma grande mudança. Até há poucos anos, sentia-se um grande preconceito. As pessoas não assumiam os sentimentos”, diz o teclista Borges (que tal como o baterista Tutxi e o baixista Cebola tocam, actualmente, com Rita Redshoes).

A referência ao filme homónimo de Stanley Kubrick nasceu com uma letra e “acabou por fazer sentido pela relação com o cinema e pelas diversas leituras que o nome podeassumir”. A banda actua hoje no Maus Hálitos (Porto).

in DN

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Mais de Marilyn do que Manson

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Porto: Coliseu enche para ver quem já foi o ‘AntiCristo’

Espectáculo e violência são dois conceitos que definem a carreira do artista que se intitulou um dia de ‘anti-cristo’. Anteontem fez um concerto único em Portugal e, pelo que se viu no Coliseu do Porto, actualmente Marilyn Manson é mais cénico e menos brutal. Ainda assim, o povo não esquece Manson, e é-lhe fiel.

O entusiasmo dos fãs era perceptível pelo ambiente trepidante nos minutos que antecederam o concerto, que marcou a apresentação do seu novo álbum de originais ‘The High End Of Low’ e o regresso do mítico Twiggy Ramirez.

Quem procurava ficar chocado com Manson saiu decerto desiludido e as últimas entrevistas do cantor até prometiam: mostrou aos jornalistas fotografias da namorada nua e com os pêlos púbicos a formar uma suástica. No Porto não houve bizarrias; apenas um pouco de circo.

O músico teve a maquilhagem retocada três vezes por uma ajudante, pois o branco tétrico nunca pode faltar na face. Tal como os confettis que descem ao som do novo ‘Great Big White World’, em que aparece encarcerado num cubo branco.

O novo álbum esteve omnipresente no concerto, mas percebe-se que é no passado que reside a chave do sucesso. O fim, com o clássico ‘The Beautiful People’, avivou memórias da adolescência de muitos. E ficou a ideia de que o magnetismo do poderoso som do rei ‘gótico-industrial’ se mantém intacto.

Mas a verdade é que se viu um Manson com menos pujança (só 1h15 de concerto), evidente na sofrível versão do hino ‘Dope Show’.

João Carlos Malta
in CM

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